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Programação do IV Congresso Internacional de Direito da Lusofonia já está definida. Evento começa no dia 6

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Sábado, Dia 25 de Fevereiro de 2017

O IV Congresso Internacional de Direito da Lusofonia, que ocorrerá entre os dias 6 e 8 de março, terá em seu primeiro dia quatro palestras magnas.
 
Quem abre o evento, às 14h30 da segunda-feira (6), é o professor-doutor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa Jorge Miranda, que falará sobre “Os direitos fundamentais no Direito comparado dos Estados de língua portuguesa”.
 
A mesa terá como presidente a ministra do Superior Tribunal Militar S(TM) Maria Elizabeth Rocha, que é a coordenadora-geral do congresso.
 
Em seguida, o tema “Os sistemas regionais de Direitos Humanos e seu papel na efetivação dos Direitos Humanos nos Estados lusófonos” será abordado pelo juiz presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos, o jurista Roberto de Figueiredo Caldas.
 
“O Alcance dos Direitos Humanos nos Estados da Lusofonia”, feita pelo general António dos Santos Neto, presidente do Superior Tribunal Militar de Angola;  e “Constituição da República Federativa do Brasil, princípios fundamentais e Direitos Humanos”, do presidente do Superior Tribunal Militar do Brasil, ministro William de Oliveira Barros, são as palestras que fecham a programação do primeiro dia.  
 
No último dia de evento (08/03), a palestra de encerramento será ministrada pelo professor emérito da faculdade de Direito da USP, advogado, jurista e político Manoel Gonçalves Ferreira Filho.
 
Dia Internacional da Mulher 
 
O IV Congresso Internacional de Direito da Lusofonia também vai homenagear  a mulher.
 
A partir das 17h do dia 8 de março ( Dia Internacional da Mulher), dez mulheres, profissionais de diversas áreas de conhecimento, se reunirão para debater “sobre a condição feminina na sociedade brasileira contemporânea. Perspectivas e desafios”. 
 
A mesa de debate será presidida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto.
 
Conheça as participantes do debate:
 
Drª Delaíde Alves Miranda Arantes - ministra do TST
 
Prof. M. Fernanda de Carvalho Lage
 
Drª Glória Moura – Comissão Brasileira Justiça e Paz
 
Drª Grace Maria F. Mendonça – advogada-Geral da União
 
Drª Kátia Magalhães Arruda - ministra do TST
 
Srª Kátia Cubel – jornalista
 
Drª Luciana Christina Guimarães Lóssio - ministra do TSE
 
Drª Maria Elizabeth G. T. Rocha - ministra do STM
 
Drª Maria Thereza de Assis Moura - ministra do STJ
 
Drª Samantha Ribeiro Meyer-Pflug - advogada
 
Mais sobre o IV Congresso Internacional de Direito da Lusofonia       
 
O Congresso, nesta edição, sob a coordenação da ministra do STM Maria Elizabeth Rocha e do diretor da Escola Judicial Militar do TJM/MG, o juiz Fernando Armando Ribeiro, ocorre anualmente, desde 2014.
 
O evento tem por objetivo permitir a integração entre países lusófonos – que falam Português – e debater questões relacionadas à Teoria da Constituição, Direitos Humanos e Efetividade dos Direitos Fundamentais e Minorias, Globalização e Multiculturalismo.
 
Como nas edições anteriores – Portugal (2014); Angola (2015) e Portugal (2016) – a iniciativa pretende também realizar estudos comparados e mobilizar os pesquisadores e a comunidade jurídica em geral sobre o alcance dos Direitos Humanos nos Estados Lusófonos.
 
Nesta quarta edição, o tema será “O alcance dos Direitos Humanos nos Estados Lusófonos” e tem em vista promover estudos e debates sobre a reflexão e discussão de temas atuais relacionados ao Direito Constitucional e aos fundamentos do Estado Democrático de Direito.
 
Ao receber convidados de vários países, o simpósio pretende integrar experiências de culturas diversas, que poderão discutir vivências específicas de avanços e recuos na conquista dos direitos constitucionais e, em especial, dos direitos humanos fundamentais.
 
São eixos centrais do IV Congresso Internacional de Direito da Lusofonia:
 
Estado Constitucional e Teoria da Constituição;
 
Direitos Humanos e Efetividade dos Direitos Fundamentais; e
 
Minorias, Globalização e Multiculturalismo.
 
Por fim, a programação incluirá sessões plenárias, com exposições de oradores convidados e sessões parciais divididas de acordo com os temas estabelecidos, com o objetivo de integrar as nações presentes e os seus participantes.
 
A proposta é promover em cada participante um conhecimento transformador de suas realidades, de maneira a despertar no homem contemporâneo a necessidade de existir a partir de uma vida digna, e dos direitos constitucionais estabelecidos. 

Fonte: Da redação (Justiça em Foco), com STM.
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