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"É preciso atuar com eficácia para aferir o uso do dinheiro público", Torquato Jardim

Ministro da Transparência, Torquato Jardim. (Foto: Adalberto Carvalho - Ascom/CGU) Ministro da Transparência, Torquato Jardim. (Foto: Adalberto Carvalho - Ascom/CGU)
Da redação (Justiça em Foco), com CGU. - sábado, 18 de março de 2017
 

 
O Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) celebrou, na última sexta-feira (17), em Brasília (DF), acordo de cooperação técnica com o Conselho Federal de Contabilidade (CFC). A iniciativa busca ampliar as ações de articulação, por meio de apoio mútuo e intercâmbio de experiências e informações. A parceria prevê a realização de eventos que visem à disseminação de conhecimentos relativos ao controle e participação social; bem como treinamentos conjuntos para o aperfeiçoamento das atividades de ouvidoria.
 
 
Para o presidente do CFC, José Martonio Alves Coelho, o acordo é mais um passo para tornar o país mais transparente. “O convênio permitirá que os mais de 530 mil contadores e técnicos de contabilidade aqui registrados possam se engajar nesse movimento de promoção do despertar da sociedade para o controle social e fiscalização da aplicação dos recursos público”, destacou.
 
Já para o ministro da Transparência, Torquato Jardim, a parceria com o CFC irá aperfeiçoar o sistema de prestação de contas, a partir da colaboração dos contadores junto aos auditores da CGU. “É preciso atuar com eficácia para aferir o uso do dinheiro público. Temos que construir a riqueza do país com responsabilidade. É mais fácil sermos parceiros do que mudar o sistema tributário”, enfatizou.
 
O acordo foi assinado durante o projeto Quintas do Saber, organizado pela Academia Brasileira de Ciências Contábeis (Abracicon). Já na segunda edição, o tema tratado foi “Transparência e Controle Social”. O evento recebeu cerca de 200 estudantes da Universidade de Brasília (UnB) e teve como palestrantes a presidente da Abracicon e controladora-geral do estado de Alagoas, Maria Clara Cavalcante Bugarim, e o ouvidor-geral da União, Gilberto Waller Junior.