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FENALEI reforça representação nacional e defende valorização dos leiloeiros

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Redação.
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Em campanha pelo Dia Nacional do Leiloeiro, instituído pela Lei nº 13.692, de 10 de julho de 2018, originada de projeto de autoria do então senador e leiloeiro Sodré Santoro, a FENALEI reúne dirigentes das cinco regiões do Brasil e reforça seu compromisso com a valorização profissional, a qualificação, a segurança jurídica e a participação da categoria nas decisões sobre o futuro dos leilões no país.

A Federação Nacional de Leiloeiros, Ciência e Tecnologia (FENALEI), presidida por Conrado Augusto Carvalho de Magalhães, celebra nesta segunda-feira (19 de outubro) o Dia Nacional do Leiloeiro, reforçando a defesa da representação da categoria e da qualificação profissional como prioridades para o desenvolvimento do setor.

Com o conceito “Uma profissão. Muitas histórias. Uma só união”, a iniciativa apresenta a organização coletiva como caminho para ampliar a participação dos profissionais nas discussões sobre legislação, regulação e transformação tecnológica.

A Federação busca aproximar sindicatos e associações em torno de uma agenda comum de valorização profissional, defesa de interesses e aperfeiçoamento da atividade. A proposta é reunir experiências de diferentes regiões para fortalecer a interlocução da categoria com instituições públicas e agentes do mercado.

Para o vice-presidente, Sued Peter Bastos Dyna, o trabalho dos leiloeiros tem efeitos que ultrapassam o momento da venda.

“O leiloeiro está presente em momentos importantes, ajudando a transformar patrimônio em oportunidades e histórias em novos caminhos”, disse.

O setor envolve uma cadeia de serviços que começa na captação e avaliação dos bens, passa pela regularização documental, divulgação e habilitação dos interessados e continua após a arrematação, com pagamento, logística, transferência e prestação de contas.

Essa estrutura reúne empresas de tecnologia, instituições financeiras, seguradoras, avaliadores, advogados, operadores logísticos e profissionais de comunicação. As operações abrangem imóveis, veículos, máquinas, ativos rurais e patrimônio empresarial, entre outros segmentos.

Na avaliação da FENALEI, essa diversidade exige formação que permita compreender todas as etapas do processo e adotar padrões de ética, transparência e segurança.

“É uma atividade que exige conhecimento, ética, responsabilidade e, acima de tudo, compromisso com aquilo que fazemos”, afirmou o secretário-geral, Anderson Lopes de Paula.

A campanha também destaca a relação entre valorização profissional e sustento das famílias ligadas ao setor. Para a entidade, fortalecer a representação significa dar visibilidade tanto às responsabilidades técnicas quanto às pessoas que exercem a atividade.

“Mas existe algo ainda maior por trás da nossa profissão: existem pessoas, existem sonhos e existem famílias”, disse Mauro Colodete, diretor financeiro e administrativo.

O diretor de Relações Institucionais, Gustavo Cristiano Samuel dos Reis, reforçou essa perspectiva.

“Por trás de cada leiloeiro, existe uma história. E, muitas vezes, existe uma família que depende do seu trabalho”, afirmou.

Segundo o diretor de Comunicação e Marketing, Gelson Bourschiet, ampliar o reconhecimento da profissão passa por explicar sua contribuição à sociedade.

“Por isso, valorizar o leiloeiro é também reconhecer a importância daquilo que ele representa para a sociedade”, disse.

A atuação no sistema de Justiça ocupa parte dessa agenda. Nos leilões judiciais, o profissional participa da alienação de bens determinada pelo Judiciário, com responsabilidades relacionadas ao cumprimento das regras, à organização documental e à prestação de contas.

“O leiloeiro exerce uma função de relevância para a Justiça e para a sociedade, com responsabilidade e compromisso com a legalidade”, afirmou Juliana Vettorazzo Rodrigues Barros, diretora jurídica e regulatória.

A FENALEI defende que mudanças nas normas do setor sejam discutidas com as entidades representativas e com os profissionais que conhecem a execução das operações. Para a Federação, a participação da categoria contribui para a construção de procedimentos mais seguros e adequados à realidade da atividade.

“E uma profissão forte é construída com ética, transparência, responsabilidade e união”, disse Sidney Belarmino Ferreira Junior, diretor de Governança e Compliance.

A transformação digital amplia essa necessidade de articulação. As plataformas permitem alcançar compradores em diferentes localidades, mas também exigem cuidados com a identificação dos participantes, a proteção de dados, a prevenção de fraudes e a segurança dos pagamentos.

“Vivemos novos tempos. E o futuro da nossa profissão depende da nossa capacidade de evoluir, inovar e, principalmente, caminhar juntos”, afirmou Anderson Lopes de Paula, que também responde pela Diretoria de Tecnologia e Inovação.

Para a Federação, o avanço tecnológico deve ser acompanhado pela preparação dos profissionais e por procedimentos que aumentem a confiança de vendedores, compradores e instituições.

A presença de representantes das cinco regiões na campanha traduz a proposta de construir uma agenda nacional que considere as particularidades de cada mercado.

“De Norte a Sul, somos profissionais diferentes, com histórias diferentes…”, afirmou Sandro de Oliveira, vice-presidente da Região Norte.

“Mas temos algo em comum: o orgulho de sermos leiloeiros”, acrescentou Mauro Colodete, também vice-presidente da Região Nordeste.

Na Região Centro-Oeste, o vice-presidente Marcos Rodrigo Custódio Soares destacou o papel da organização coletiva na defesa dos interesses profissionais.

“Quando estamos unidos, nossa voz ganha força”, disse.

“Quando trabalhamos juntos, fortalecemos a nossa profissão”, afirmou Gustavo Cristiano Samuel dos Reis, que também ocupa a Vice-Presidência da Região Sudeste.

Para Sidney Belarmino Ferreira Junior, também vice-presidente da Região Sul, as decisões sobre o desenvolvimento do setor precisam considerar todos os profissionais.

“E quando pensamos no futuro, precisamos pensar no futuro de toda a categoria”, declarou.

A conselheira da FENALEI, Marilaine Borges de Paula, destacou a qualificação e a conduta profissional como fundamentos para a confiança no trabalho dos leiloeiros. “É uma atividade que exige conhecimento, ética, responsabilidade e, acima de tudo, compromisso com aquilo que fazemos”, afirmou.

Ao reunir essas manifestações, a FENALEI busca transformar demandas locais em uma agenda nacional de qualificação, segurança e valorização profissional. A Federação defende que os leiloeiros tenham participação efetiva na construção das normas e das soluções tecnológicas que irão orientar o futuro da atividade.

Para o presidente da FENALEI, Conrado Augusto Carvalho de Magalhães, valorizar a categoria significa reconhecer o alcance de seu trabalho. “Ser leiloeiro é muito mais do que conduzir um leilão. É exercer uma profissão de responsabilidade, confiança e relevância para a sociedade”, afirmou.

Para saber mais sobre a FENALEI, com sede em Brasília/DF, acesse: www.fenalei.org.br

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